Diana Alberto é hoje quem vai nos contar sua história no GECA. Doutoranda em História Social da Amazônia, Diana é bacharel em Turismo e mestra em Planejamento do Desenvolvimento.
sábado, 20 de março de 2021
Memórias do GECA
Hoje quem nos conta um pouco de sua [longa] trajetória no GECA é Ninon Jardim, mulher poderosa de/da fibra. Graduada em Arquitetura, Ninon tem pós em Designe, Artes e atualmente é doutoranda em Antropologia.
sexta-feira, 19 de março de 2021
Memórias do GECA
É a vez do Walter Chile nos contar um pouco sobre sua história no GECA. Graduado e mestre em Artes, Walter fez doutorado em Estudos Culturais nas Universidades de Aveiro e Minho (Portugal), tendo interesse no estudo dos saberes locais em articulação com estudos artísticos e decoloniais.
Memórias do GECA
Mais uma memória do GECA. Desta vez que conta pra gente um pouco da sua trajetória no grupo é o Rodrigo Wanzeler, nosso doutor em Antropologia Social e mestre das letras!!!
sábado, 6 de março de 2021
Memórias do GECA
Mais um depoimento para nossa série comemorativa dos 10 anos do nosso grupo. Kamilla Sastre é graduada em Ciências Sociais, mestra em Antropologia e atualmente é doutoranda em Antropologia. Ela coordena a Secretaria da Associação de Discentes com Deficiência da UFPA e compõe o Comitê de Acessibilidade da Associação Brasileira de Antropologia. Mulher poderosa!!!!
Memórias do GECA
quinta-feira, 4 de março de 2021
Memórias do GECA
GECA 10 ANOS
segunda-feira, 1 de março de 2021
GECA 10 ANOS
O Grupo de Estudos Culturais na Amazônia está completando 10 anos e a celebração não poderia ser diferente. Tod@s estão convidad@s para nossa sessão de estudos virtual “Território & Descolonialidade” no dia 08 de Março, às 14 horas.
Link: https://us02web.zoom.us/j/4628466124
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Memórias e Afetos
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| Grupo de Estudos Culturais na Amazônia |
Leitura em Geertz
terça-feira, 27 de junho de 2017
Grupo de Estudos Culturais na Amazônia: Memórias na História
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| Dr. Jose Carlos Sebe Bom Meihy e suas obras |
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| Dr. Jose Carlos Sebe Bom Meihy com o GECA |
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| Grupo de Estudos Culturais na Amazônia completando seis anos |
quarta-feira, 21 de junho de 2017
O nosso "encerramento" na presença de Stuart Hall
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| Livro Cultura e Representação de Stuart Hall- Foto: Agenor Sarraf |
"A imagem carrega muitos significados, todos igualmente plausíveis. O importante é o fato de que ela mostra evento (denotação) e carrega uma "mensagem" ou significado (conotação)- Barthes a chamaria de "metamensagem" ou de "mito" sobre "raça", cor e "alteridade". Não há como deixarmos de ler esse tipo de foto como uma imagem que "quer dizer algo", não apenas sobre as pessoas ou a ocasião, mas também sobre a "alteridade" delas, a "diferença". A "diferença" está marcada. A forma como é interpretada é uma preocupação constante e recorrente na representação de pessoas racial e etnicamente diferentes da maioria da população. A diferença possui significado. Ela "fala"." (Stuart Hall 2016, p. 146.)
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| Decoração junina- Universidade Federal do Pará |
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| Parabéns ao Professor Agenor Sarraf |
terça-feira, 23 de maio de 2017
O que é o Grupo de Estudos Culturais na Amazônia- GECA?
terça-feira, 9 de maio de 2017
Encontro com Foucault
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| Profa. Dra. Ivânia Neves |
terça-feira, 18 de abril de 2017
GECA entre a História Oral e Análise do Discurso.
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| Agenor Sarraf com integrantes do Grupo de Estudos Culturais na Amazônia 2017 |
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Reencontros com "O Outro: memórias, poder e identidades"
Passagens dos textos:
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| Agenor Sarraf |
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| Integrantes GECA-2016 |
segunda-feira, 21 de março de 2016
1º Encontro de 2016: Memória e Tempo em Deleuze
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| (Claudete Silva, Sônia Amaral, Rosa Marin, Jerônimo Silva, Francinete Saraiva, Diana Sá Alberto, Josiane Melo, Rodrigo Wanzeler, Hermes Veras) |
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¹DOMENICO, Uhng hur. Memória e tempo em Deleuze: multiplicidade e produção. Athenea Digital- 13(2):179-190. Ensayos, 2013. Download
domingo, 29 de novembro de 2015
CIDADE VELHA, Ventre e Margens de Belém - Por Agenor Sarraf Pacheco
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Disponível
em
http://www.acaifrooty.com.br/blog/feira-do-acai-e-referencia-no-mercado-ver-o-peso/.
Acesso em 05/11/2015.
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Disponível
em
http://amazonia.org.br/2012/05/tombamento-do-centro-hist%C3%B3rico-de-bel%C3%A9m-%C3%A9-homologado-pelo-minist%C3%A9rio-da-cultura/.
Acesso em 05/11/2015.
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Disponível
em http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1357367. Acesso em
05/11/2015.
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Enfim, nas janelas entreabertas para continuar a olhar e pensar Belém a partir da primeira área onde embrionariamente ela se formou, entre continuidades e mudanças as rugosidades espaciais tomam feituras próprias de seu tempo e dos interesses de seus agentes sociais, a exemplo da Praça Dom Pedro II, cujo espaço no período colonial era o grande Lago do Piri, e, atualmente, é onde está instalado o centro administrativo belenense. Um território de ricos ecossistemas foi sacrificado para o nascimento do Centro Histórico e a emergência de uma metrópole na boca de entrada do grande Amazonas. Um passeio por esse bairro transforma-se em prática politicamente comprometida com lembranças das vozes que não podem mais falar, entretanto, ruídos e reminiscências de suas presenças ausentes, ainda lutam para não serem esquecidas da história.






























